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20 de janeiro de 2017 / ABID, Planejamento

Tendências para Redes Sociais 2017

O meio digital já provou ter grandes oportunidades para empresas divulgarem seus negócios, conquistar e interagir com clientes e se destacar entre as demais. Todos os anos acompanhamos uma série de atualizações nesses meios, o que também nos mostra que precisamos ficar sempre ligados. Para este ano, as coisas não estão diferentes. Tem muita novidade vindo por aí, então é bom ficar esperto com sua estratégia de marketing para 2017, melhor ainda se ela estiver carregada com muita Mídia Social.

 

A primeira coisa que precisamos entender é que as Redes Sociais estão mudando o foco e saindo da função convencional, que era apenas entreter e distrair o usuário, e evoluindo para um comportamento vital do nosso cotidiano. Isso trará mudanças significativas principalmente na área tecnológica, trazendo a Realidade Aumentada, Realidade Virtual e Inteligência Artificial para nosso cotidiano.

 

As dicas de tendências que iremos informar são todas baseadas em um estudo realizado pela Kantar IBOPE Media, que é a líder mundial em inteligência de mídia.

 

1. Snap e Facebook: muito além do social

Diversificação como chave para o sucesso.

 

Conquistar uma grande base de usuários de redes sociais já não é mais suficiente para as companhias que surgiram com foco neste segmento. É preciso escutar os usuários e inovar sempre para elevar o nível de importância dessas redes.

 

2. Surfando a onda da “Realidade Aumentada”

O auge do ambiente web.

 

Bastante popularizada a partir do fenômeno Pokemon Go, a chamada Realidade Virtual já chama atenção de diversos players do mercado de tecnologia — como Google, Apple, Facebook, Snap, Twitter e Amazon — e de veículos de mídia como o The New York Times.

 

3. A revolução da distribuição de conteúdo

A era das experiências.

 

A distribuição de conteúdo costumava ser bem simples. Mídias e marcas publicavam nos seus sites/blogs e compartilhavam estes conteúdos nas redes sociais. Este processo evoluiu intensamente e a proliferação de canais de comunicação exigiu das marcas o desenvolvimento de conteúdos específicos e abordagens customizadas para cada um deles.

 

4. Os chatbots chegaram… mas não estão sozinhos

Iluminando o “dark social”.

 

O movimento dos consumidores em direção ao uso massivo dos apps de mensagens já provoca, desde 2014, uma movimentação das marcas no mesmo caminho. Em 2016, os chatbots de atendimento – aplicativos que reproduzem códigos de conversas para gerar uma comunicação automatizada com os usuários – surgiram como outra grande tendência a se observar.

 

5. O crescimento das redes de pergunta e resposta

Celebridades e influenciadores ao seu dispor.

 

Começou na China e agora está se espalhando por outros mercados ao redor do mundo, a adoção em massa de serviços de Q&A que permitem o envio de perguntas para celebridades e influenciadores.

 

6. Programas de influenciadores: aposta da moda ou sábio investimento?

A economia da confiança é mais que uma tendência.

 

Em um cenário em que a identidade da marca não é mais restrita à sua própria mensagem, mas sim um reflexo das experiências coletivas de seus consumidores e fãs que seguem a companhia, a confiança é um atributo de suma importância. Neste contexto, o marketing de influenciadores se destaca. A linguagem moderna da confiança é engenhosa e, acima de tudo, alimentada por ótimas influências, classificações e críticas.

 

7. Redes sociais e TV: o casal do futuro

Ponto de partida para uma nova geração de telespectadores.

 

As redes sociais sempre tiveram um vínculo com o conteúdo de TV/vídeo. Agora, o fenômeno “Social TV” marca a união da televisão com essas mídias, por meio das milhões de pessoas que compartilham as suas experiências com outros telespectadores nas redes sociais.

 

8. Fale!

Os assistentes virtuais querem antecipar os seus desejos.

 

Nas pesquisas feitas na internet, as perguntas realizadas com recursos de voz dobraram de 2014 para 2015. A ferramenta é mais uma evolução nos mecanismos de busca na web, que hoje já permitem a personalização de resultados por geolocalização e até uma compreensão melhor da intenção dos usuários. A ideia é que as ferramentas de pesquisa de fato tragam respostas às perguntas dos usuários, e não apenas resultados de uma busca.

 

9. Social commerce: quem será a galinha dos ovos de ouro?

Pinterest reivindica o trono.

 

Ainda que as redes sociais tenham lançado recursos e ferramentas para facilitar a compra de produtos e serviços a partir de seus canais, a conversão ainda é complexa e apresenta resultados aquém das expectativas. Uma exceção parece ser o Pinterest. Uma pesquisa da Kantar Millward Brown relatou que 96% dos visitantes da rede social de compartilhamento de fotos usam o site para planejar uma compra, e 87% realmente fizeram uma compra depois de ver algo que apreciaram. Por isso, a capacidade do Pinterest gerar vendas é um importante diferencial da plataforma.

 

10. Office War!

Tormenta para Slack e outros players.

 

O mercado de ferramentas digitais para comunicação dentro das empresas ainda é muito fragmentado. Este é um setor que enfrenta desafios como a falta de compatibilidade entre diferentes recursos e a resistência de algumas companhias em adotar ferramentas sociais por considerarem que elas desviariam a atenção dos funcionários. No entanto, a crescente presença de Millennials na força de trabalho tende a mudar esse quadro — muitos deles veem as mídias sociais como a melhor maneira para romper as barreiras de comunicação, especialmente em grandes empresas.

 

Então fiquem alertas coleguinhas, porque esse ano promete muita novidade! Estamos vivendo o auge do ambiente web e as marcas vão explorar esse momento ao máximo. Os beneficiados serão os próprios usuários, visto que as marcas estão buscando recursos cada vez mais interessantes para atrair clientes.

 

E tem mais! Para 2025, titio Mark Zuckerberg pretende nos teletransportar… Será?
 

Giovanna Lopes

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